Bancários realizam ato público contra o novo plano de funções do Banco do Brasil nesta quarta-feira. Veja!
Nesta
quarta-feira (20) os bancários vão realizar um Dia Nacional de Luta em defesa
da jornada legal dos bancários, pela manutenção dos direitos no plano de
funções e contra os abusos causados pela direção do Banco do Brasil, que
inclusive prejudica o atendimento à população. A partir das 9h30, os bancários
realizam um ato público no condomínio da Praça 1817, de onde seguem em visita
às demais agências do BB na região metropolitana da capital, para mobilizar os
bancários.
A orientação do
Dia Nacional de Luta foi definida em reunião realizada pela Comissão de Empresa
na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro
(Contraf-CUT), dia 7 de fevereiro. Na ocasião, foram avaliados os ataques aos
direitos dos trabalhadores que o Banco do Brasil vem empreendendo com a
alteração unilateral do plano de funções comissionadas e tiradas as estratégias
para denunciar essas manobras à sociedade.
"Não
concordamos com a redução dos direitos dos trabalhadores. Queremos abertura de
negociação para discutir o plano, conforme sugeriu o próprio Ministério do
Trabalho e Emprego ao banco, em dezembro. Diante de mudanças tão importantes e
que atingem mais de 100 mil funcionários, o BB deveria agir com mais
responsabilidade", critica Marcos Henriques, presidente do Sindicato dos Bancários
da Paraíba.
Marcos Henriques
também defende que a Contraf-CUT acione o Ministério Público do Trabalho para
que órgão questione a direção do Banco do Brasil, sobre a redução de direitos
dos trabalhadores com a implantação do que a direção do banco chamou de
"novo plano".
Redução de
direitos - Ao implantar o novo plano, o BB extinguiu todas as funções
comissionadas de 8h e criou novas nomenclaturas nas verbas de gratificação de
função. Todos os comissionados considerados de Função de Confiança (FC) foram
migrados compulsoriamente, unilateralmente.
Já o chamado
público-alvo da Função Gratificada (FG) tem a opção de migrar para as novas
funções de 6h com remuneração 16,25% menores que as antigas de 8h, a qualquer
momento, ou permanecer na função de 8h em extinção.
Fonte: Assessoria
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