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PF inicia investigações sobre sumiço de equipamentos da UFPB. Veja!


Dentro das caixas do equipamento comprado havia apenas placas de concreto e madeira (Foto: Jorge Machado/G1)Peritos da Polícia Federal estiveram na quinta-feira (14) na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) para analisar a documentação dos equipamentos comprados pela instituição e que desapareceram durante a entrega. No dia 8 de feveiro, nas caixas que deveriam conter equipamentos de produção audiovisual importados dos EUA, havia apenas pedras, madeira e isopor.

De acordo com a polícia, o objetivo da perícia é analisar vestígios, como as digitais de algum suspeito envolvido no crime. A previsão é de que o laudo fique pronto em um prazo de 30 dias. Os equipamentos audiovisuais, como câmeras K 4 e projetores 7.1, usados em cinema de alta definição, foram comprados de uma empresa de importação de Nova Iorque, nos EUA.
Dentro das caixas do equipamento comprado havia apenas placas de concreto e madeira (Foto: Jorge Machado/G1)
Os equipamentos foram comprados para o desenvolvimento de pesquisa na área audiovisual e custaram aos cofres da UFPB R$ 247 mil. Segundo Guido Lemos, coordenador do Laboratório de Vídeo Digital (Lavid), se a compra dos equipamentos não tivessem como finalidade a pesquisa, o valor seria da ordem de R$ 1 milhão.

Lucenildo Lins, gerente da pesquisa de Visualização Avançada, pontuou que o prejuízo é, sobretudo, na área acadêmica. "Nós estamos desenvolvendo uma pesquisa de ponta, com imagens UHD [Ultra High Definição] que vai auxiliar sobretudo no campo da medicina. Por exemplo, uma cirurgia pode ser feita aqui em João Pessoa e, em tempo real, um especialista assistir da USP [Universidade de São Paulo] com imagens com a máxima nitidez e orientar os procedimentos durante o processo cirúrgico", explicou Lins.

Se não fosse o incidente, a pesquisa seria posta em prática no mês de março. "Nós vamos ter um atraso de no mínimo cinco meses, já que vai levar uns dois meses para o seguro devolver o dinheiro e mais uns três meses para fazermos o processo de compra", acrescentou Lucenildo Lins.



Fonte: G1-PB
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